Sobre o Produto
Hipertensão arterial é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares representando altas taxas de morbimortalidade. O não alcance do controle pressórico reflete na dificuldade de manejo clínico. O controle de níveis pressóricos previne os desfechos indesejáveis. Calcula-se que a cada diminuição de 20mmHg de pressão arterial sistólica (PAS) e 10mmHg de pressão arterial diastólica (PAD) se reduza pela metade o risco de desenvolvimento de DCV, como infarto agudo do miocárdio (IAM) e acidente vascular encefálico (AVE). Para seu tratamento, medidas não-farmacológicas e farmacológicas são adotadas. Dentre medidas farmacológicas, há uma série de agentes antihipertensivos com diferentes mecanismos de ação; seu uso em monoterapia ou combinado, a partir do sinergismo dos efeitos, são indicados. Diferentes abordagens existem quanto ao início do tratamento, quais associações de medicamentos utilizar e que valores pressóricos alvo são adotadas em diretrizes clínicas. A identificação da adesão medicamentosa e seus determinantes é de extrema importância para auxiliar no alcance de metas almejadas. Diferentes métodos e combinações destes podem ser adotados para sua aferição, mesmo não existindo “padrão-ouro”. Além da adesão, a observância de efetividade - considerando medida da probabilidade da tecnologia em funcionar positivamente conforme esperado - é essencial no monitoramento de qualquer tratamento. No caso da hipertensão, a efetividade pode ser medida por meio de valores pressóricos (desfecho intermediário) e sua análise é essencial no acompanhamento clínico, na medida em que há variabilidade de tratamentos disponíveis, bem como as respostas individuais, o que influencia no manejo clínico.
Siga nosso instagram



